terça-feira, 22 de abril de 2014

PIXINGUINHA


  1. CARINHOSO

  2. Pixinguinha

    www.pixinguinha.com.br/

    Site Oficial do Pixinguinha desenvolvido por Percepta.
  3. Pixinguinha – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org/wiki/Pixinguinha

    Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973), foi um flautista, ...
  4. Pixinguinha Carinhoso - YouTube

    www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls

    01/07/2008 - Vídeo enviado por Antonio Mendes Ribeiro
    Pixinguinha Carinhoso - YouTube. Subscribe 83. All comments (106). Share your thoughts. Top ...
  5. Pixinguinha - VAGALUME

    www.vagalume.com.br › Samba › P

    Ouça músicas de Pixinguinha como 'Carinhoso', 'Rosa', 'Lamentos', 'Vou Vivendo', 'Um A Zero', 'Mundo Melhor' e todas as outras músicas.
    ► 4:43
    Pixinguinha: 100 Anos
    ► 3:17
    Pixinguinha: 100 Anos
    ► 3:53
    Pixinguinha: 100 Anos
    ► 2:31
    Pixinguinha: 100 Anos
  6. Pixinguinha | Letras.mus.br (36 músicas)

    letras.mus.br › Samba

    Pixinguinha - Letras de músicas, cifras, vídeos e traduções no Letras.mus.br.
  7. Pixinguinha, O Gênio Maior da Música Popular Brasileira

    www.samba-choro.com.br/s-c/pixinguinha.html

    Alfredo da Rocha Vianna Jr. (1897 - 1973), o Pixinguinha, é o pai da música brasileira. Normalmente reconhecido "apenas" por ser um flautista virtuoso e um ...


    1. Globo.com ‎- 2 dias atrás
      Em homenagem à data de nascimento de Alfredo da Rocha Vianna Júnior (Pixinguinha) que nasceu em 23 de abril de 1887 e é uma das ...

      Mais notícias sobre Pixinguinha




    1. Pixinguinha - Almanaque da Folha - Uol

      almanaque.folha.uol.com.br/pixinguinha.htm

      Acompanhado de outros músicos, o instrumentista e compositor Pixinguinha toca um chorinho no 2º Festival da Velha Guarda, no Clube dos Artistas, ...
    2. Cliquemusic : Artista : Pixinguinha

      cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/pixinguinha

      Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial,Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários ...
    3. Música - Pixinguinha - Kboing Músicas Para Você Ouvir

      www.kboing.com.br › Músicas › Choro › P

      Ouça músicas do artista Pixinguinha. Músicas nacionais e internacionais para você ouvir, ler e se divertir. Cifras, traduções, e muito mais.
    4. Pixinguinha: Letras e Músicas | Musica.com.br

      musica.com.br › Artistas › P

      Ouça as músicas e confira as letras, traduções e clipes de Pixinguinha no Musica.com.br.

    segunda-feira, 24 de setembro de 2012

    Caderno G


    Segunda-feira, 24/09/2012

    Jonathan Campos/Gazeta do Povo
    Jonathan Campos/Gazeta do Povo  / O museu mais antigo do Paraná conta com cerca de 400 mil itens e abriga acervos como o de David Carneiro O museu mais antigo do Paraná conta com cerca de 400 mil itens e abriga acervos como o de David Carneiro
    Patrimônio

    Memórias guardadas há 136 anos

    Museu Paranaense comemora aniversário com programação especial, que tem início hoje, e luta para reverter os números de visitações espontâneas

    6
    Publicado em 23/09/2012 | Isadora Rupp
    Dez anos se passaram desde que o Museu Paranaense, que completa 136 anos na terça-feira, mudou sua sede da pulsante localização do Paço Municipal para a tranquila – e desconhecida – Rua Kellers, no Alto São Francisco. Apesar da proximidade com uma das partes mais movimentadas do centro e de ter ganho estrutura física para acomodar melhor seu acervo, o espaço perdeu no quesito visibilidade. Com isso, precisa resolver um de seus principais gargalos: angariar visitantes espontâneos (que não são escolas ou grupos agendados). Neste domingo, e durante toda a próxima semana, o museu inicia uma programação que comemora o aniversário e integra as ações pensadas para chamar o público. Visitas guiadas com funcionários trajados com roupas de época, inauguração de novas exposições, show, palestras e abertura durante o horário de almoço estão entre as atrações.

    VÍDEO: Veja as curiosidades do acervo do Museu Paranaense e faça um passeio pelo espaço
     
    Programação
    Confira as ações previstas para as comemorações dos 136 anos do Museu Paranaense:
    • Domingo
    11 horas Show com a Big Belas Band, da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap).
    Abertura da exposição O Mundo do Trabalho, com uma reflexão sobre as diferentes formas de afazeres e a divisão social do trabalho.
    12h às 14h Palestra Um Olhar para o Museu Paranaense, com o professor Cláudio Oligari e convidados.
    12h às 15h Visitas guiadas com funcionários caracterizados com roupas de época.
    • Terça-feira (25)
    Mesa-redonda Origem e Extinção da Megafauna Pleistocênica na América do Sul, com o palestrante Fernando Sedor e a debatedora Cláudia Parellada.
    • Quarta-feira (26)
    Mesa-redonda Museu contra a Violência Urbana, com o palestrante Rhodrigo Deda, editor-executivo da Gazeta do Povo, e o debatedor Guilherme Durães.
    • Quinta-feira (27)
    Mesa-redonda A Função Social dos Museus, com a palestrante Vilma Chiara e a debatedora Márcia Kersten.
    • De terça-feira (25) a quinta-feira (27)
    11h30 às 13h30 Visitas guiadas durante o horário de almoço.
    Serviço
    O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289 – São Francisco, (41) 3304-3300. Funcionamento de terça a sexta-feira, das 9 às 18 horas (não fecha para almoço) e aos sábados e domingos, das 10 às 16 horas. Entrada gratuita.
    Jonathan Campos/Gazeta do Povo
    Jonathan Campos/Gazeta do Povo  / Retratos de políticos e personalidades expostos no espaço ajudam a contar a história do estado 

    Retratos de políticos e personalidades expostos no espaço ajudam a contar a história do estado
    “Quando o museu funcionava no prédio do Paço, tínhamos 75 mil visitantes ao ano. Atualmente, esse número fica em torno de 20 mil”, diz o diretor Renato Carneiro Júnior. Apesar da perda, ele acredita que as instalações da atual sede, que tem “tudo para ser definitiva”, são melhores para a preservação e acomodação do acervo, que guarda uma série de raridades e peças importantes sobre a memória do estado e do país.
    Entre os cerca de 400 mil itens, está o acervo do extinto museu Coronel David Carneiro, uma coleção doada pelo Banco do Estado do Paraná (o antigo Banestado) e obras de artistas como Vladimir Kozák, naturalista tcheco que viveu em Curitiba entre 1928 e 1979. O museu também é o único do Paraná autorizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a receber peças arqueológicas.
    Neste ano, um projeto, via Lei Rouanet, permitiu a organização do arquivo; outro plano de digitalização do acervo também está em andamento. Carneiro ressalta que a expectativa é que o museu cresça nos próximos anos: existe a possibilidade de receber uma volumosa doação particular de um colecionador de armas. “Daria para fazer um museu só com essas peças. Por isso, futuramente, queremos criar sedes descentralizadas de Curitiba. É a grande meta para o futuro”, destaca o diretor.
    No passado, as mudanças do museu mais antigo do estado, no entanto, foram recorrentes. Desde a inauguração, em 25 de setembro de 1876, no Largo da Fonte, onde é hoje a Praça Zacarias, foram seis sedes diferentes até a atual, o que acabou ocasionando algumas perdas e danos ao acervo. “As alterações de endereço foram criteriosas, mas, mesmo assim, ocorreram perdas. É inevitável. Tínhamos, por exemplo, o osso de costela de um mamute que foi quebrado, só sobrou metade”, conta Carneiro.

    Visibilidade

    Na vertente de divulgação, algumas atitudes vêm sendo tomadas, o que não significa um retorno imediato. De acordo com o diretor, há uma negociação, junto com a Secretaria Municipal de Turismo, para que um ponto de informações turísticas fique abrigado no museu. O horário também foi ampliado em uma hora, tanto durante a semana como nos sábados e domingos.
    A tradicional Feira do Largo da Ordem, aos domingos, na mesma região, ao invés de ajudar, como se imagina primeiramente, acaba atrapalhando. “O grande público da feira, infelizmente, vem aqui só para usar o banheiro. Muitas pessoas perguntam da possibilidade de uma integração com a feira de domingo, o que considero uma chance pequena.” Para ele, faltam na cidade indicativos de onde fica o museu e o que ele pode oferecer ao público. “Tem somente uma placa em frente ao museu, por exemplo. É um equipamento urbano interessante, e que merecia mais indicações”, acredita Carneiro.


    domingo, 15 de julho de 2012

    domingo, 8 de julho de 2012

    Nostalgia faz 23 anos de fotos e muitas histórias - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo



    A foto mais antiga da Rua das Flores, na década de 1860. É a história da cidade feita pela <b>Gazeta do Povo</b> (CD/Arquivo) A foto mais antiga da Rua das Flores, na década de 1860. É a história da cidade feita pela Gazeta do Povo (CD/Arquivo)

    A imagem preferida é da Avenida João Pessoa (Luiz Xavier), talvez por ser ali que sempre aconteceram os fatos mais importantes da cidade e os mais fotografados. Na foto de 1932, vemos um desfile militar, completamente sem assistência (Arquivo CD) A imagem preferida é da Avenida João Pessoa (Luiz Xavier), talvez por ser ali que sempre aconteceram os fatos mais importantes da cidade e os mais fotografados. Na foto de 1932, vemos um desfile militar, completamente sem assistência (Arquivo CD)

    Em 1901, a Rua XV de Novembro possuía um parco movimento de pedestres e cavaleiros. Na foto, a esquina com a atual Rua Monsenhor Celso (Arquivo CD) Em 1901, a Rua XV de Novembro possuía um parco movimento de pedestres e cavaleiros. Na foto, a esquina com a atual Rua Monsenhor Celso (Arquivo CD)



    A primeira quadra da Rua XV, vista da Rua Dr. Murici em direção à Praça Osório, quando aquele trecho sofreu o seu primeiro alargamento, em 1927 (Arquivo CD) A primeira quadra da Rua XV, vista da Rua Dr. Murici em direção à Praça Osório, quando aquele trecho sofreu o seu primeiro alargamento, em 1927 (Arquivo CD)



    Vista de Curitiba, tirada da torre do Colégio Divina Providência em direção ao Sul. A foto é de 1928 (Arquivo CD) Vista de Curitiba, tirada da torre do Colégio Divina Providência em direção ao Sul. A foto é de 1928 (Arquivo CD)


    Vista de Curitiba feita do Alto do São Francisco, com a Rua Ébano Pereira em destaque. Foto do final de 1928 (CD/Arquivo) Vista de Curitiba feita do Alto do São Francisco, com a Rua Ébano Pereira em destaque. Foto do final de 1928 (CD/Arquivo)

    Para algumas pessoas de antigamente, os aguaceiros do centro da cidade era sinônimo de prejuízos. Entretanto alguns <i>gaiatos </i>se divertiam nas enchentes, como é o caso da dupla que aparece na foto feita no verão de 1947, na Praça Zacarias (Arquivo CD) Para algumas pessoas de antigamente, os aguaceiros do centro da cidade era sinônimo de prejuízos. Entretanto alguns gaiatos se divertiam nas enchentes, como é o caso da dupla que aparece na foto feita no verão de 1947, na Praça Zacarias (Arquivo CD)

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    Nostalgia faz 23 anos de fotos e muitas histórias - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo

    Nostalgia - Curitibano adora automóvel - Colunistas - Gazeta do Povo

    Nostalgia


    Arquivo CD
    Arquivo CD / Avenida Luiz Xavier em 1967 Avenida Luiz Xavier em 1967

    Curitibano adora automóvel

    clicar abaixo

    Nostalgia - Curitibano adora automóvel - Colunistas - Gazeta do Povo

    quinta-feira, 21 de julho de 2011

    Cândido Portinari no MAM de São Paulo - Portal Vermelho

    Fonte: Portal Vermelho :Cândido Portinari no MAM de São Paulo - Portal Vermelho

    No ateliê de Portinari (1920-1945) Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM Endereço: Parque do Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3, São Paulo Data: de 15 de julho a 11 de setembro Horário: de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

    Mazé Leite *

    O público na exposição do MAM

    O Museu de Arte Moderna de São Paulo, localizado no Parque do Ibirapuera, traz para o público uma exposição do pintor brasileiro Candido Portinari. São cerca de 90 obras, que retratam diversos períodos da carreira do artista, desde 1920 até 1945. Entre as obras mais conhecidas (“Retrato de Maria” (1932), “Domingo no morro” (1935), “Sapateiro de Brodowski”(1941) e ”Criança morta” (1944), podem ser vistos outros trabalhos menos conhecidos, como o retrato “Meu primeiro trabalho”, de 1920.

    Candido Portinari

    Candido Portinari nasceu em 1903, numa fazenda de café aonde seus pais – camponeses italianos imigrantes – trabalhavam, na cidade de Brodósqui, interior de São Paulo. Desde muito cedo, seu talento para o desenho sobressaiu e, incentivado por sua família, com apenas quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro estudar artes plásticas. Inicialmente foi aluno de desenho no Liceu de Artes e Ofícios, até conseguir uma vaga na Escola Nacional de Belas Artes, onde estudou dentro dos cânones acadêmicos da pintura.

    Em1928, com a tela “Retrato do poeta Olegário Mariano” (que pode ser vista no MAM), ganhou como prêmio uma bolsa para estudar na Europa. Visitou a Inglaterra, a Itália e a Espanha até ir para Paris, onde permaneceu até 1931, quando retornou ao Brasil. Nessa viagem fez duas descobertas fundamentais – como aponta a curadora da exposição Annateresa Fabris, em seu livro “Portinari, pintor social”: ele descobriu os pintores renascentistas italianos e os pintores da Escola de Paris, “sobretudo Matisse, Modigliani, Picasso”.

    Retrato de Maria, óleo sobre tela, 1934

    Nesse período na Europa, Portinari observou muito o andamento das artes plásticas, as novas correntes estéticas que se formavam por lá. Era o começo do fim de sua influência pelas regras acadêmicas da Escola Nacional de Belas Artes do Rio.

    Foi lá, distante de sua terra natal, que Portinari descobriu a riqueza plástica do Brasil e dos brasileiros. Numa de suas cartas, escreveu:

    “Apesar de eu ter sangue de gente de Florença (…) eu me sinto um caipira. Daqui fiquei vendo melhor a minha terra – fiquei vendo Brodósqui como ela é. Aqui não tenho vontade de fazer nada. (…) A paisagem onde a gente brincou a primeira vez e a gente com quem a gente conversou a primeira vez, não sai mais da gente, e eu quando voltar vou ver se consigo fazer a minha terra.”

    Quando Portinari voltou ao Brasil em 1931, encontrou um ambiente muito novo. A Semana de Arte Moderna de 1922 já rendia seus frutos pelo país a fora e o espírito modernista tomava todas as mentes. Intelectuais e artistas estavam imbuídos desse novo modo de pensar o País, e logo veem em Portinari o representante plástico do Modernismo. Um de seus mais entusiasmados defensores era o escritor paulista Mário de Andrade.

    Em 1934, Portinari faz sua primeira exposição individual em São Paulo, recebendo elogios de Mário e de Oswald de Andrade. Oswald chegou a dizer que Portinari era “o grande revolucionário da pintura brasileira”:

    Menino morto, estudo para "Criança morta", carvão, 1944

    (…) o Brasil tem em Candido Portinari o seu grande pintor. Mais do que escola, que faça exemplo. Pintor iniciado na criação plástica e na honestidade do ofício, homem do seu tempo banhado nas correntes ideológicas em furacão. Não admitindo a arte neutra, construindo na tela as primeiras figuras do futuro titânico – os sofredores e os explorados do capital”, disse Oswald de Andrade.

    Feita a escolha estética, Portinari fez a escolha social, optando por pintar o povo e o trabalhador brasileiro. Nesta exposição atual do MAM, podemos ver diversos desenhos a grafite ou a carvão, esboços para grandes paineis, onde ele representou os trabalhadores do Brasil, que eram o motor da recente industrialização que seguia de vento em popa. Pintou murais com temas como Café, Cacau, Fumo, Carnaúba, Descoberta do Ouro, Borracha, Carvão.

    Mas também pintou os retirantes nordestinos em seu mundo árido, sofrido, onde a morte ronda todos os seres vivos: homens, animais e plantas. Olhando para um de seus quadros com esse tema, fazemos imediatamente a ligação com grandes textos de grandes escritores brasileiros, como “Os Sertões” de Euclides da Cunha e “Vidas Secas” de Graciliano Ramos.

    Nesta exposição, minha observação pessoal é de que o modernismo de Portinari vem não só da temática por ele utilizada, em consonância com um Brasil que crescia, mas também pela estilização de suas personagens. As figuras são – de modo geral – deformadas, seja no traço, seja nas cores, seja no movimento do pincel. Algo entre a Guernica de Picasso e as litogravuras de Kathe Kollwitz podem ser observadas numa tela como “Criança morta”, de 1944. Em muitas de suas pinturas podemos observar uma forma de expressar seus sentimentos de artista que lembra muito, na minha opinião, os expressionistas alemães. “Os Retirantes”, “O enterro na rede” e até mesmo uma paisagem, como “Paisagem de Petrópolis”, são exemplos, para mim, expressionistas.

    Criança morta, 1944, óleo sobre tela

    Os diversos estudos presentes nessa exposição, para diversos murais pintados por ele, lembra bastante também a estética do Realismo Social praticado no México, nos EUA e na União Soviética, quase simultaneamente (vale lembrar que os norte-americanos somente passaram a praticar o Expressionismo Abstrato somente após 1945 e o advento da Guerra Fria, quando o Realismo Social passou a ser encarado como arte “comunista”. Mas mesmo assim, pintores realistas sobreviveram e pintam até hoje). Os trabalhadores dos pintores desse período, inclusive os de Portinari, possuem grandeza, gigantismo, fortaleza. Suas mãos e pés, sua musculatura agigantada são como formas de mostrar a força do mundo novo que pessoas simples, simples trabalhadores, podem construir.

    Pé, estudo a carvão, para painel

    Não foi a toa, que Portinari, em 1945, se filia ao Partido Comunista do Brasil. Participando de uma exposição de artes para arrecadação de fundos para o partido, lança-se candidato a deputado federal por São Paulo. Mas não foi eleito. Em 1947, lança-se candidato novamente, desta vez a senador. Não foi eleito por uma margem muito pequena de votos, e alguns suspeitam de que sua não eleição sofreu fraude. Ainda em 1947, com as ameaças sofridas por seu partido e por ele próprio, por parte do governo de Gaspar Dutra, resolve se exilar no Uruguai. Ele tinha sido chamado a depor na polícia política diversas vezes e foi incluído em um inquérito contra os intelectuais que lecionavam na Escola do Povo, ligada ao partido comunista.

    Em 1948, quando voltou ao Brasil, o Partido Comunista estava na ilegalidade e os mandatos dos parlamentares comunistas tinham sido cassados. Com isso, ele se dedicou cada vez mais a pintar, sem nunca ter oficialmente abandonado o PCB. Faz uma exposição retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo, o MASP, onde foi consagrado pela crítica e pelo público. “Sua exposição é amplamente visitada pelas camadas mais populares”, diz a curadora Annateresa Fabris.

    A fama de Portinari ganhou o mundo. Foi convidado a pintar dois paineis gigantes que decoram o prédio das Nações Unidas, em Nova Iorque, cuja inauguração se deu em setembro de 1957. Essas duas telas gigantes estarão também em exposição aqui em São Paulo, na Oca do Ibirapuera, a partir do próximo mês de agosto.

    Cândido Portinari morreu em fevereiro de 1962, após realizar mais de cinco mil trabalhos entre desenhos, pinturas, murais, painéis, esboços e até ilustrações. Morreu intoxicado por suas próprias tintas.

    EXPOSIÇÃO:

    No ateliê de Portinari (1920-1945) Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM Endereço: Parque do Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3, São Paulo Data: de 15 de julho a 11 de setembro Horário: de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

    segunda-feira, 18 de abril de 2011

    Manifestações Artisticas, Originárias da Cultura: Manifestações Artisticas Originarias da Cultura:literatura Monteiro Lobato

    Manifestações Artisticas, Originárias da Cultura:  "Monteiro Lobato"

    Conversa vai conversa vem/BLOG MARIA HELENA

    1. MONTEIRO LOBATO

       - 11:00

      Home · Notícias · Esportes · Entretenimento · Vídeos · Assine a Globo.com · Todos os sites · DVD de O Minotauro resgata o Sítio do Picapau Amarelo dos anos ...
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    2. Monteiro Lobato

       - 11:03

      O maior escritor infantil brasileiro de todos os tempos, José Bento Monteiro Lobato, nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP). ...
      www.vidaslusofonas.pt/monteiro_lobato.htm - Em cache - Similares
    3. Notícias sobre Monteiro Lobato



    4. Monteiro Lobato completaria, nesta segunda, 129 anos
      44 minutos atrás
      A turma do Sítio do Pica-pau Amarelo foi criada por José Bento Monteiro Lobato, que completaria nesta segunda-feira (18) 129 anos. ...
      JC OnLine - 24 artigos relacionados




    5. MONTEIRO LOBATO - biografia, obras, contos e vida de Monteiro Lobato


      Vida de Monteiro Lobato, literatura infantil, obras de Monteiro Lobato, O Sitio do Pica-Pau Amarelo, livros.
      www.suapesquisa.com/biografias/monteirolobato/ - Em cache - Similares
    6. Vídeos para Monteiro Lobato

       - Denunciar vídeos
      Entrevista com Monteiro Lobato.
      10 min - 23 maio 2008
      Vídeo enviado por causamortis666

      youtube.com
      Semana do livro - Monteiro Lobato
      4 min - 11 abr. 2008
      Vídeo enviado por TwlightPrincessLully

      youtube.com
    7. Monteiro Lobato - Biografia


      1 dez. 1999 ... A 18 de abril de 1882 em Taubaté, estado de São Paulo, nasce o filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusta Monteiro Lobato. ...
      kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=32&rv... - Em cache - Similares
    8. Monteiro Lobato na Web


      Mais da metade de seus livros Monteiro Lobato escreveu para o público infanto juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da nossa ...
      www.projetomemoria.art.br/MonteiroLobato/monteirolobato/index.html - Em cache - Similares
    9. Monteiro Lobato - Almanaque da Folha

       - 11:06

      Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e de dona Olímpia Augusta Monteiro Lobato, ele foi, além de inventor e maior escritor da literatura ...
      almanaque.folha.uol.com.br/monteirolobato.htm - Em cache - Similares
    10. Prefeitura de Monteiro Lobato

       - 11:07

      Entre os dias 28 e 29 de março de 2011, o município de Monteiro Lobato foi representado no treinamento prático do Sistema de Cadastro Único (Cadúnico ...
      www.monteirolobato.sp.gov.br/ - Em cache - Similares
    11. Monteiro Lobato: ensino total


      Monteiro Lobato: ensino total. Andradas, 1180 - Centro | 51 3287.8000. Prova dia 18 de janeiro Inscriçoes a partir de 14 de dezembro ...
      www.monteirolobato.com.br/ - Em cache - Similares
    12. Resultados da linha do tempo para Monteiro Lobato

      1917
      de Monteiro Lobato, publicado em 20 de dezembro de 1917, no jornal O Estado de São Paulo, sobre a exposição das pinturas expressionistas de Anita ...
      books.google.com
      1948
      Monteiro Lobato, falecido em 4 de Julho de 1948, deixou um vasto trabalho. que foi utilisado por Julio Golveia e Tatiana Belinki, num dos melhores ...
      mariolopomo.zip.net
      Mais resultados da linha do tempo »